Você está no grupo da maioria que acha que ter sucesso na vida é ter dinheiro? É ter bens? Então você é um idiota. Se você se inclinou a dizer não, faça uma auto-análise e responda ao final.
Veja bem, é comum ouvir elogios atribuídos à uma pessoa rica como: “Fulano é um homem de sucesso!” ou pior, “Ciclano subiu na vida!”. A princípio, todos sabemos que nem todo rico tem sucesso, mas será que pregamos e encaramos essa verdade para nós mesmos?
Vemos na TV artistas se orgulharem de serem ricos porque no passado foram garis, vendedores de sapato, ou cobradores de ônibus. Eles acham bonito ter uma trajetória de pobre-a-rico como se a quantidade de dinheiro que eles têm traduzisse seu sucesso. A culpa não é deles, é nossa, que valoriza isso.
É exatamente por isso que somos intolerantes aos erros de outros. É por isso que, quando vemos no noticiário mostrar o rosto de um assaltante de carteira, nós dizemos que “tem que socar um cara desse” e depois saímos felizes da padaria após ver que nos deram troco a mais na hora de comprar o pão.
E assim, meus caros, não damos chance ao assaltante, de se redimir. De pagar com dignidade pelo que fez e se recuperar. De ser acolhido e entrevistado na TV como uma pessoa de sucesso, mesmo continuando pobre! A nossa sociedade valoriza o dinheiro e não a redenção e por isso, alguns preferem roubar.
Subir na vida é ser cada vez mais honesto, é não cometer erros que se cometia no passado, é se orgulhar pelas ações e não pelo dinheiro que se ganha. ILUMINE SUA ESCURIDAO, não aceite dizer ou ouvir que subir na vida é ter dinheiro.
Abraço
Wendell Fabrício
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Deixa eu te contar um segredo?
Você sabia que as pessoas sabem mais sobre você e suas ações do que você mesmo pensa? De maneira geral, o ser humano adora compartilhar um segredinho. E isso resulta numa situação corriqueira e interessante.
Considere os personagens: Joana, Maria e Pedro. Maria se apaixona por Pedro, que é amigo de Joana. Eles acabam tendo um caso “secreto”. Maria decide quebrar o trato de segredo que fez com Pedro e conta tudo pra Joana.
Joana gostou de saber da história, mas como ela é amiga de Pedro também, não resistiu e decidiu perguntar mais detalhes para Pedro:
Joana: “Pedro do céu! Fiquei sabendo o que rolou entre você e a Maria. Mas olha Pedro, eu prometi pra Maria que ia guardar segredo. Por favor, não conte a ela que eu te falei. Você promete que não vai falar nada?”.
Pedro: “Sim Joana, eu prometo. Mas me conta, o que a Maria achou de mim?....”
Essa pequena e simples história ilustra o que acontece muito mais complexamente na vida real, envolvendo não apenas três pessoas. Vou chamar isso de ciclo do segredo estendido. Ou seja, não existe segredo nenhum! Todos sabem da história, mas os envolvidos pensam que apenas as pessoas que eles próprios contaram é que sabem.
Não sejamos ingênuos. Se você quer ter algum segredo sobre sua vida, guarde-o pra você mesmo, porque, a partir de quando você o compartilha, não é mais segredo. E te garanto uma coisa: se você mesmo não conseguiu guardar, seu confidente é que não vai.
Se você mesmo pede: “Promete que não vai contar pra ninguém?”, essa pessoa fará o mesmo pedido ao outro, que por sua vez contará pra o outro e por ai vai....
Um abraço
Wendell Fabrício
Considere os personagens: Joana, Maria e Pedro. Maria se apaixona por Pedro, que é amigo de Joana. Eles acabam tendo um caso “secreto”. Maria decide quebrar o trato de segredo que fez com Pedro e conta tudo pra Joana.
Joana gostou de saber da história, mas como ela é amiga de Pedro também, não resistiu e decidiu perguntar mais detalhes para Pedro:
Joana: “Pedro do céu! Fiquei sabendo o que rolou entre você e a Maria. Mas olha Pedro, eu prometi pra Maria que ia guardar segredo. Por favor, não conte a ela que eu te falei. Você promete que não vai falar nada?”.
Pedro: “Sim Joana, eu prometo. Mas me conta, o que a Maria achou de mim?....”
Essa pequena e simples história ilustra o que acontece muito mais complexamente na vida real, envolvendo não apenas três pessoas. Vou chamar isso de ciclo do segredo estendido. Ou seja, não existe segredo nenhum! Todos sabem da história, mas os envolvidos pensam que apenas as pessoas que eles próprios contaram é que sabem.
Não sejamos ingênuos. Se você quer ter algum segredo sobre sua vida, guarde-o pra você mesmo, porque, a partir de quando você o compartilha, não é mais segredo. E te garanto uma coisa: se você mesmo não conseguiu guardar, seu confidente é que não vai.
Se você mesmo pede: “Promete que não vai contar pra ninguém?”, essa pessoa fará o mesmo pedido ao outro, que por sua vez contará pra o outro e por ai vai....
Um abraço
Wendell Fabrício
terça-feira, 7 de julho de 2009
A mídia e o Michael Jackson
Que o “astro-pop” teve uma carreira bonita e promissora não se discute. Bem como foi um grande e inovador dançarino. De fato Michael Jackson muito contribuir para a música. Mas qual o sentido de ficar agora especulando se ele gostava ou não da família dele, se ele urinava em pé ou sentado ou se o Pica-pau era amigo dele....?
Será que as pessoas não percebem que estão sendo usadas pela mídia e pelo mundo capitalista? Pra quê saber quantos filhos ele tinha ou pra quem ele deixou o dinheiro?
- Porque essa notícia vende! Porque a mídia “não tem mais nada pra mostrar”.
Infelizmente, até cair outro avião ou algum riquinho supostamente jogar a filhinha pela janela, teremos que ficar deparando com noticias sobre o tipo de chinelo que o Michael usava. Porque é só isso que agente gosta de assistir, de ler, de ouvir....
Agora vão ficar martelando as musicas na nossa cabeça até fazer o thriller vender o dobro que já foi vendido em 1982! Você conhece pelo menos a tradução da música? ILUMINE SUA ESCURIDÃO!
P.S.: Estou vendendo o disco de vinil Thriller que era do meu pai: Mil reais.Quer comprar?
Wfabrício
Será que as pessoas não percebem que estão sendo usadas pela mídia e pelo mundo capitalista? Pra quê saber quantos filhos ele tinha ou pra quem ele deixou o dinheiro?
- Porque essa notícia vende! Porque a mídia “não tem mais nada pra mostrar”.
Infelizmente, até cair outro avião ou algum riquinho supostamente jogar a filhinha pela janela, teremos que ficar deparando com noticias sobre o tipo de chinelo que o Michael usava. Porque é só isso que agente gosta de assistir, de ler, de ouvir....
Agora vão ficar martelando as musicas na nossa cabeça até fazer o thriller vender o dobro que já foi vendido em 1982! Você conhece pelo menos a tradução da música? ILUMINE SUA ESCURIDÃO!
P.S.: Estou vendendo o disco de vinil Thriller que era do meu pai: Mil reais.Quer comprar?
Wfabrício
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Substituindo equações
Estava eu assistindo uma das ultimas aulas de física quântica e me aconteceu uma coisa interessante que gostaria de compartilhar.
Se existe uma coisa incompreensível aos nossos limitados “olhos” é a tal física moderna (tanto relatividade quanto quântica). Tudo bem que eu estava completamente disperso e desinteressado nessa determinada aula, mas teve uma coisa absurda que me chamou atenção.
Estava eu, quase dormindo, quando ouvi o professor dizer:
“Substituindo a equação 13* na equação 14.3 temos:”
“O que eu estou fazendo aqui?”. Pensei!
De fato, me emocionei ao pensar isso e vi que terei saudades desses apertos passados na universidade. Este que é meu 13º e ultimo período está me mostrando uma dura lição: além de tudo, vale a pena curtir cada momento. Não precisamos entender todas as equações.
Poxa: que divertido é não entender nada às vezes! Eu gosto disso e precisava ter curtido mais todas as vezes que eu não entendi nada.
Assim é em todas as áreas de nossa vida. Precisamos saber, não apenas não lamentar, mas gostar de ver as coisas dando errado. ILUMINEI MESMO ESSA LONGA ESCURIDÃO!
Esta foto é do meu caderno (tive que anotar mesmo sem entender) na porção superior estão as equações 13* e 14.3. Para curiosidade de vocês, elas levam a equação de Shrodinger. Que estabelece estados estacionários de energia de elétrons num átomo.
Agora, me deixem ir estudar para a prova final, que é nesta quarta.
Abraço
Se existe uma coisa incompreensível aos nossos limitados “olhos” é a tal física moderna (tanto relatividade quanto quântica). Tudo bem que eu estava completamente disperso e desinteressado nessa determinada aula, mas teve uma coisa absurda que me chamou atenção.
Estava eu, quase dormindo, quando ouvi o professor dizer:
“Substituindo a equação 13* na equação 14.3 temos:”
“O que eu estou fazendo aqui?”. Pensei!
De fato, me emocionei ao pensar isso e vi que terei saudades desses apertos passados na universidade. Este que é meu 13º e ultimo período está me mostrando uma dura lição: além de tudo, vale a pena curtir cada momento. Não precisamos entender todas as equações.
Poxa: que divertido é não entender nada às vezes! Eu gosto disso e precisava ter curtido mais todas as vezes que eu não entendi nada.
Assim é em todas as áreas de nossa vida. Precisamos saber, não apenas não lamentar, mas gostar de ver as coisas dando errado. ILUMINEI MESMO ESSA LONGA ESCURIDÃO!
Esta foto é do meu caderno (tive que anotar mesmo sem entender) na porção superior estão as equações 13* e 14.3. Para curiosidade de vocês, elas levam a equação de Shrodinger. Que estabelece estados estacionários de energia de elétrons num átomo.
Agora, me deixem ir estudar para a prova final, que é nesta quarta.
Abraço
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Analisando comportamentos
É possível prever o comportamento de uma pessoa analisando sua forma de olhar, andar e vestir. Baden Powell, o fundador do escotismo, escreveu um livro* que me fez começar a desenvolver essa perícia. E assim eu fiz e faço.
Ele exemplificava situações de sucesso ao analisar o comportamento de uma pessoa apenas pela forma de andar. Pode-se pensar que é presunçoso julgar uma pessoa apenas pela sua forma de agir, mas constitui numa ferramenta boa para prever comportamentos.
Há alguns anos, percebi que tenho a “mania” de querer saber o que uma pessoa vai fazer no futuro, analisando o presente. Namoradas, parentes e amigos já sofreram um pouco com meus testes formulados (principalmente quando percebem que era um teste). Eles (os testes) têm como objetivo analisar o comportamento que a pessoa tem quando submetida à uma situação qualquer. Você mesmo pode criar uma história e ver a reação da pessoa, você pode também usar uma história existente e esperar a reação ou o comentário...
De certa forma, é muito útil tentar conhecer uma pessoa analisando minuciosamente suas ações e extrapolando isso para outras situações. Assim, você pode tentar selecionar melhor as pessoas que estarão ao seu lado. Seja um amigo, um empregado, uma mulher...
É cruel isso? Medo de errar um “julgamento”? É questão de estatística. Trabalhando, você pode reduzir bastante a probabilidade de erro e, se essa probabilidade for menor que 50%, já vale a pena tomar uma atitude por meio de seu veredicto.
Em textos futuros, pretendo trazer alguns exemplos de testes, outros sobre análise de comportamento.
Forte abraço
*Escotismo para Rapazes, 1907. Edição Nacional: UEB
Ele exemplificava situações de sucesso ao analisar o comportamento de uma pessoa apenas pela forma de andar. Pode-se pensar que é presunçoso julgar uma pessoa apenas pela sua forma de agir, mas constitui numa ferramenta boa para prever comportamentos.
Há alguns anos, percebi que tenho a “mania” de querer saber o que uma pessoa vai fazer no futuro, analisando o presente. Namoradas, parentes e amigos já sofreram um pouco com meus testes formulados (principalmente quando percebem que era um teste). Eles (os testes) têm como objetivo analisar o comportamento que a pessoa tem quando submetida à uma situação qualquer. Você mesmo pode criar uma história e ver a reação da pessoa, você pode também usar uma história existente e esperar a reação ou o comentário...
De certa forma, é muito útil tentar conhecer uma pessoa analisando minuciosamente suas ações e extrapolando isso para outras situações. Assim, você pode tentar selecionar melhor as pessoas que estarão ao seu lado. Seja um amigo, um empregado, uma mulher...
É cruel isso? Medo de errar um “julgamento”? É questão de estatística. Trabalhando, você pode reduzir bastante a probabilidade de erro e, se essa probabilidade for menor que 50%, já vale a pena tomar uma atitude por meio de seu veredicto.
Em textos futuros, pretendo trazer alguns exemplos de testes, outros sobre análise de comportamento.
Forte abraço
*Escotismo para Rapazes, 1907. Edição Nacional: UEB
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Cuidado, vai devagar

Sempre que saio de casa, de moto, ouço de minha mãe as mesmas palavras:
_“CUIDADO, VAI DEVAGAR”.
É hilário ter que ouvir a mesma coisa todo dia. Sempre muda um pouco as palavras, mas o sentido é o mesmo.
Há cerca de 30 dias eu estava a caminho de casa, partindo da UFMG e não sei o porquê comecei a refletir sobre as leis, sobre as regras.
Em certo ponto da Via Expressa, lembrei-me das palavras de minha mãe e decidi obedecer também.
Neste momento, eu estava a incríveis 60km/h (que era o limite de velocidade da via) e vi que, para obedecer à minha mãe eu deveria reduzir a 30 por hora. Menos que isso, pelo Código de Trânsito Brasileiro – CTB, nem é permitido.
A esta altura, até trator estava me ultrapassando, quando me deparei com a seguinte placa: “REDUZA A VELOCIDADE”.
_“Meu Deus, o que eu faço agora?”. Como essa placa não previu que eu já poderia estar na velocidade mínima? Mesmo assim, decidi respeitar mais essa placa (até ver outra de 60 e poder voltar a 30km/h).
Reduzi a 15Km/h e tive que agüentar todos me olhando como se eu fosse um extra-terrestre. Acho que pensavam que eu estava com a moto estragada, pneu furado ou coisas do tipo. De fato tinha até bicicleta me ultrapassando, quando numa subida um caminhão se aproximava de mim. Era um caminhão velho e bem carregado que subia a uns 35 por hora.
Vi no retrovisor que o motorista tentou saber o que havia comigo (ficava olhando pra moto e esperando que eu parasse de vez) e decidi passar a imagem de alguém inseguro. Cara de assustado, braços trêmulos fazendo a roda da frente zigue-zaquear e olhares curtos e repetidos no retrovisor. Certamente ele pensou que eu fosse um maluco, bêbado e sem carteira.
Decidi dar uma buzinadinha e levantar o braço esquerdo no momento que ele me ultrapassava:
_“Bip-bip”
E a resposta dele veio em seguida, bem no meu ouvido:
_”bommmmmmmmmmm-bommmmmmmmmmm”
E, após vê-lo rindo de mim, vi que se encerrava ali minha tentativa de seguir a lei e minha mãe ao mesmo tempo. De certo que, tanto a lei quanto a minha mãe, já falam desconfiando que não vou cumprir.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Você não deve sonhar
Me incomoda ouvir falsos conselhos, que, por mais que sejam palavras que trazem certo ânimo, acabam por iludir as pessoas. Um desses conselhos é o “Corra sempre atrás dos seus sonhos” ou pior: “nunca desista dos seus sonhos”.
Conselho irresponsável esse! Pra explicar preciso considerar dois princípios:
PRINCIPIO 1: O limite da felicidade e da infelicidade é bem próximo. A felicidade está ligada com a questão de satisfazer seus desejos, independente se ele é grande ou não.
PRINCIPIO 2: A felicidade não está associada à riquezas ou bens materiais. É plenamente comum uma pessoa pobre ser mais feliz que uma rica.
Posto isso, pretendo mostrar que sua felicidade está ligada ao que você consegue realizar dentro do que pretende. Assim, o segredo é você controlar (ou tentar) o que deseja (ou o que senha). Considere esse exemplo:
João decide que seu desejo é ter um carro importado. Na verdade ele não precisa de um, mas seu vizinho e as propagandas que ele vê na TV o induzem a pensar que isso é bom pra ele. Porém João vive com cerca de 1,5 salários mínimos e o valor do carro e pouco superior a 100 salários mínimos (cerca de R$ 45.000,00). Uns diriam a ele: “nunca desista dos seus sonhos”. Eu diria: “Pare de sonhar”.
Isso não é questão de pensar que ele (o João) não é capaz, é questão de privar ele do simples e arrasador sentimento de F-R-U-S-T-A-Ç-Ã-O. Sentimento comum no nosso dia a dia, mas que luta contra a felicidade, contra a satisfação. Esse sentimento tem um caráter persistente, de tal modo que, uma vez frustrado(a) em determinado assunto, muito provavelmente continuará lamentando o fato de não ter conseguido cumprir.
Assim, defendo a bandeira de que, procure se contentar com coisas tangíveis. Mesmo que sejam planos trabalhosos de concluir, devem ser planos simples. Se você é rico ou pobre, não procure se satisfazer com bens superiores aos seus. Não busque riqueza e dinheiro e sim satisfação.
Evite sonhar! Quando você liga o automático do sonho, você vive na condição de realizar todos eles pra se satisfazer e certamente vai desejar mais que conseguirá realizar.
Não existe relação entre dinheiro e felicidade a não ser que você atribua isso, mas nesse caso, assuma os riscos de não conseguir e ser infeliz mesmo com muito dinheiro. Mas pense: Não há limite para a ambição! Seja inteligente e ILUMINE SUA ESCURIDÃO.
Abraço. Estou de volta!
Obs.: Este assunto é muito mais complexo que isso. Tenho muitas reflexões e já há cerca de três anos que venho desenvolvendo este raciocínio. Parte dele está traduzida aqui, obedecendo minha linha neste blog: escrever textos pequenos que deixam espaços vazios no entendimento, o que, ao meu ver, obrigam a reflexão no assunto, mesmo discordando de meus pensamentos.
Conselho irresponsável esse! Pra explicar preciso considerar dois princípios:
PRINCIPIO 1: O limite da felicidade e da infelicidade é bem próximo. A felicidade está ligada com a questão de satisfazer seus desejos, independente se ele é grande ou não.
PRINCIPIO 2: A felicidade não está associada à riquezas ou bens materiais. É plenamente comum uma pessoa pobre ser mais feliz que uma rica.
Posto isso, pretendo mostrar que sua felicidade está ligada ao que você consegue realizar dentro do que pretende. Assim, o segredo é você controlar (ou tentar) o que deseja (ou o que senha). Considere esse exemplo:
João decide que seu desejo é ter um carro importado. Na verdade ele não precisa de um, mas seu vizinho e as propagandas que ele vê na TV o induzem a pensar que isso é bom pra ele. Porém João vive com cerca de 1,5 salários mínimos e o valor do carro e pouco superior a 100 salários mínimos (cerca de R$ 45.000,00). Uns diriam a ele: “nunca desista dos seus sonhos”. Eu diria: “Pare de sonhar”.
Isso não é questão de pensar que ele (o João) não é capaz, é questão de privar ele do simples e arrasador sentimento de F-R-U-S-T-A-Ç-Ã-O. Sentimento comum no nosso dia a dia, mas que luta contra a felicidade, contra a satisfação. Esse sentimento tem um caráter persistente, de tal modo que, uma vez frustrado(a) em determinado assunto, muito provavelmente continuará lamentando o fato de não ter conseguido cumprir.
Assim, defendo a bandeira de que, procure se contentar com coisas tangíveis. Mesmo que sejam planos trabalhosos de concluir, devem ser planos simples. Se você é rico ou pobre, não procure se satisfazer com bens superiores aos seus. Não busque riqueza e dinheiro e sim satisfação.
Evite sonhar! Quando você liga o automático do sonho, você vive na condição de realizar todos eles pra se satisfazer e certamente vai desejar mais que conseguirá realizar.
Não existe relação entre dinheiro e felicidade a não ser que você atribua isso, mas nesse caso, assuma os riscos de não conseguir e ser infeliz mesmo com muito dinheiro. Mas pense: Não há limite para a ambição! Seja inteligente e ILUMINE SUA ESCURIDÃO.
Abraço. Estou de volta!
Obs.: Este assunto é muito mais complexo que isso. Tenho muitas reflexões e já há cerca de três anos que venho desenvolvendo este raciocínio. Parte dele está traduzida aqui, obedecendo minha linha neste blog: escrever textos pequenos que deixam espaços vazios no entendimento, o que, ao meu ver, obrigam a reflexão no assunto, mesmo discordando de meus pensamentos.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O Recesso

Caros leitores,
Já há algum tempo tenho encontrado dificuldade pra atualizar esta página. Por vezes tenho tido algum impulso pra escrever sobre qualquer assunto mas as idéias estão turbilhando demais para ser rearranjadas e escritas. O intervalo entre os textos está ficando cada vez maior...
Imagino que isso seja por estar com diversas tarefas e "problemas" por resolver. Tenho alguns textos na seção rascunhos mas não tenho encontrado disposição para terminá-los e, como defendo a bandeira da leitura livre, prefiro não forçar.
O blog ILUMINANDO A ESCURIDÃO fará 1 ano em junho/2009. Ocasião que pretendo publicar o texto que fala sobre a minha preferida teoria sobre o comportamento humano. O texto se chama VOCE NÃO DEVE SONHAR onde apresento argumentos contrários à idéia de que "voce precisa sonhar e batalhar pelo seu sonho".
Até agora publiquei 26 textos aqui. Sempre mantendo a mesma linha, sendo essa a de textos curtos, polêmicos e de leitura clara. Espero ter contribuído para suas reflexões em alguns deles.
Veja a foto. Ela mostra uma das coisas que mais gosto de fazer em um acampamento: Acender a fogueira. Uma atitude importante é soprar o fogo na base, para ajudar na combustão. E, além de ser muito divertido (inclusive pela fumaça na cara), traduz uma atitude de alimentar a chama. Enfim, algo como ILUMINAR A ESCURIDÃO.
Ressalvem a foto "tremida". Foi num acampamento no incio deste ano, em Conceição do Mato Dentro/MG.
Abraços
Wendell Fabrício
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Ano novo. Vida velha!
"Ano novo, vida nova". Todo mundo já ouviu e/ou pronunciou esta máxima.
Contudo o significado dela é pouco substancial. E traz uma vontade de mudança frente a um marco temporal, que é a virada do ano.
Claro que é positivo aproveitarmos esta mudança de calendário para buscarmos algo de melhor para as nossas vidas, entretanto, ficamos presos ao tempo e acabamos não nos sentindo livres para mudar a qualquer hora e momento.
Por exemplo, porque um vício qualquer precisa ser sustentado um mês, para ser deixado? Porque esperar o dia 31/12? É uma tremenda bobagem!
Ilumine sua escuridão. Você não precisa ficar preso no calendário, não precisa fazer estratégias ou traçar planos apenas anuais. Podem ser de mais ou menos tempo. De fato, você não precisa de clima de festas de fim de ano. Certamente as promessas feitas são impulsionadas por esse clima e muitas nem serão lembradas.
Então,sua frase será automaticamente: “Ano novo, vida velha!”
Acho que até cola melhor.
Abraço e feliz 2000 e todos, até quando você agüentar viver.
WFabrício
Contudo o significado dela é pouco substancial. E traz uma vontade de mudança frente a um marco temporal, que é a virada do ano.
Claro que é positivo aproveitarmos esta mudança de calendário para buscarmos algo de melhor para as nossas vidas, entretanto, ficamos presos ao tempo e acabamos não nos sentindo livres para mudar a qualquer hora e momento.
Por exemplo, porque um vício qualquer precisa ser sustentado um mês, para ser deixado? Porque esperar o dia 31/12? É uma tremenda bobagem!
Ilumine sua escuridão. Você não precisa ficar preso no calendário, não precisa fazer estratégias ou traçar planos apenas anuais. Podem ser de mais ou menos tempo. De fato, você não precisa de clima de festas de fim de ano. Certamente as promessas feitas são impulsionadas por esse clima e muitas nem serão lembradas.
Então,sua frase será automaticamente: “Ano novo, vida velha!”
Acho que até cola melhor.
Abraço e feliz 2000 e todos, até quando você agüentar viver.
WFabrício
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Abaixo da linha da cobrança
Sou do tipo chato no transito e o que mais me aborrece é ver pedestres atravessando próximo a passarelas.
Hoje tive o desprazer de verificar um atropelamento na BR 381, onde passava nos instantes seguintes ao ocorrido, e acabei contribuindo com a sinalização do local. A vítima faleceu instantaneamente e estava disposta sob a sombra de uma passarela.
Alguns kilômetros a frente, embaixo de outra passarela, vi operários construindo uma espécie de mureta para evitar travessias. E pensei: "Será porque precisamos disso?" E o pior é que esta mureta será destruída em breve.
Isso atesta a nossa ignorância como civilização. E é esta cultura que construimos para a nossa sociedade. A de que não se precisa seguir recomendações e regras, salvo quando nos convém. Mas do contrário, gostamos de ver e rever reportagens sobre meninas sendo arremessadas por janelas, outras sobre arrastados por carros e etc, torcendo pela condenação dos "culpados".
Vamos cair na real, somos nós é que construimos esta sociedade que rouba, que joga crianças em lagoas...
Realmente é de se revoltar quando vejo pessoas e mídia atribuindo a culpa aos governantes, implicado numa "falta" de passarelas. Pneus queimando e bloqueando estradas, em protesto, são corriqueiramente observados em diversos locais.
As vezes devemos nos sentir incapazes até de nos indignar com algo, antes de ter certeza que não estamos trocando valores. Se quer cobrar algo, não esteja abaixo da linha da passarela.
Abraço
Hoje tive o desprazer de verificar um atropelamento na BR 381, onde passava nos instantes seguintes ao ocorrido, e acabei contribuindo com a sinalização do local. A vítima faleceu instantaneamente e estava disposta sob a sombra de uma passarela.
Alguns kilômetros a frente, embaixo de outra passarela, vi operários construindo uma espécie de mureta para evitar travessias. E pensei: "Será porque precisamos disso?" E o pior é que esta mureta será destruída em breve.
Isso atesta a nossa ignorância como civilização. E é esta cultura que construimos para a nossa sociedade. A de que não se precisa seguir recomendações e regras, salvo quando nos convém. Mas do contrário, gostamos de ver e rever reportagens sobre meninas sendo arremessadas por janelas, outras sobre arrastados por carros e etc, torcendo pela condenação dos "culpados".
Vamos cair na real, somos nós é que construimos esta sociedade que rouba, que joga crianças em lagoas...
Realmente é de se revoltar quando vejo pessoas e mídia atribuindo a culpa aos governantes, implicado numa "falta" de passarelas. Pneus queimando e bloqueando estradas, em protesto, são corriqueiramente observados em diversos locais.
As vezes devemos nos sentir incapazes até de nos indignar com algo, antes de ter certeza que não estamos trocando valores. Se quer cobrar algo, não esteja abaixo da linha da passarela.
Abraço
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
A percepção dos valores
Este texto abaixo não é meu, mas gostaria de publicá-lo aqui pela alta compactabilidade que ele tem com minhas idéias sobre o assunto. Fiz apenas algumas adaptações. Assistam o vídeo também.
Enfim, recomendo veementemente uma reflexão. Vai te fazer se sentir melhor.
Abraço, Wendell
Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa
e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes. Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares. Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência foi gravada em vídeo, confira:
http://br.youtube.com/watch?v=hnOPu0_YWhw,
O vídeo mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A conclusão:
1) estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife. Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas que são únicas, singulares, e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço.
O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser?
Essa experiência mostra como na sociedade em que vivemos os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro. Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
O natal dos esquecidos
Correrei o risco de ser incenssível ao lançar minha reflexão sobre a tragédia de Santa Catarina. Contudo, creio que há muito mais que uma parte específica da sociedade que precisa de nossa ajuda.
Tenho umas roupas usadas em bom estado para doação na minha casa mas percebo que uma tarefa árdua poderá ser a de saber a melhor forma possível de fazer a uma boa ação com elas.
A mídia tem quase que me obrigado a doar aos milhares de desabrigados de Santa Catarina. “Faça como todos, volte seu olhar para eles!”. Mas espere. Como estão as pessoas que todos os anos recebem doações de campanhas que vejo ou até mesmo que faço parte? Este ano elas estão bem? E os asilos, as creches e orfanatos, os abrigos e até mesmo os mendigos?
Esperaria que sim, mas creio que eles estão apenas mais esquecidos. A mídia em torno de uma calamidade natural desviou os olhares de uma calamidade política e social. Contrariamente, nunca se têm recebido tantos emails ou visto tantas empresas se mostrando “solidárias”...
Sendo assim, talvez seria melhor eu esquecer minhas sacolas de doações e ajudar na fundação de uma campanha em prol do que quero chamar de natal dos esquecidos. O slogam poderia ser algo como “nós ainda precisamos”.
Vamos ajudar SC sim, mas que seus donativos sagrados de todo natal sejam ampliados para, no mínimo, satisfazer os que já esperam todo ano. ILUMINE A ESCURIDÃO dos esquecidos!
Feliz Natal, principalmente para eles.
Wendell Fabrício
Tenho umas roupas usadas em bom estado para doação na minha casa mas percebo que uma tarefa árdua poderá ser a de saber a melhor forma possível de fazer a uma boa ação com elas.
A mídia tem quase que me obrigado a doar aos milhares de desabrigados de Santa Catarina. “Faça como todos, volte seu olhar para eles!”. Mas espere. Como estão as pessoas que todos os anos recebem doações de campanhas que vejo ou até mesmo que faço parte? Este ano elas estão bem? E os asilos, as creches e orfanatos, os abrigos e até mesmo os mendigos?
Esperaria que sim, mas creio que eles estão apenas mais esquecidos. A mídia em torno de uma calamidade natural desviou os olhares de uma calamidade política e social. Contrariamente, nunca se têm recebido tantos emails ou visto tantas empresas se mostrando “solidárias”...
Sendo assim, talvez seria melhor eu esquecer minhas sacolas de doações e ajudar na fundação de uma campanha em prol do que quero chamar de natal dos esquecidos. O slogam poderia ser algo como “nós ainda precisamos”.
Vamos ajudar SC sim, mas que seus donativos sagrados de todo natal sejam ampliados para, no mínimo, satisfazer os que já esperam todo ano. ILUMINE A ESCURIDÃO dos esquecidos!
Feliz Natal, principalmente para eles.
Wendell Fabrício
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
A mentira te satisfaz
É mais fácil se enganar,
reproduzindo uma auto-imagem de “dono da situação”
tornando insondável a verdade que existe dentro de você
à encarar sua pequenez diante dos fatos
e estar em mansidão
Você quer ensinar,
mas ainda nem aprendeu a aprender
mostrando-se por cima de tudo
Mas só você mesmo que não quer enxergar
Iluminando sua própria escuridão
Afinal de contas, é mais cômodo aceitar a mentira, frente a escancarar a verdade não é mesmo? Estar debaixo do mundo das imagens, fechando os olhos para o que é errado para “evitar problemas”, é hipocrisia. Ter medo de cobrar para não ser cobrado?
WFabricio
reproduzindo uma auto-imagem de “dono da situação”
tornando insondável a verdade que existe dentro de você
à encarar sua pequenez diante dos fatos
e estar em mansidão
Você quer ensinar,
mas ainda nem aprendeu a aprender
mostrando-se por cima de tudo
Mas só você mesmo que não quer enxergar
Iluminando sua própria escuridão
Afinal de contas, é mais cômodo aceitar a mentira, frente a escancarar a verdade não é mesmo? Estar debaixo do mundo das imagens, fechando os olhos para o que é errado para “evitar problemas”, é hipocrisia. Ter medo de cobrar para não ser cobrado?
WFabricio
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Morte aos Zero Açucar
Em tempos de capitalismo avançado na sociedade, vale de tudo para superar a concorrência e alcançar patamares de lucro cada vez maiores.
A demanda por uma vida de comidas fáceis e rápidas de se preparar, mudou radicalmente a dieta da população dos paises ricos ou em desenvolvimento. E tem-se visto que, quanto mais capitalista e “evoluído” é o país, maior é o problema da obesidade na população.
A vida urbana solicita produtos industrializados e que carregam em sua composição uma gama enorme de substâncias químicas, como os conservantes. Sem falar no advento dos fast food’s, que se multiplicam pelas ruas.
Em contrapartida ao medo da obesidade (ironicamente, alguns mais espertos até temem as diversas doenças que esses alimentos podem causar) surgem os alimentos zero açúcar ou mesmo os ligths.
A Coca Cola tem a cara-de-pau de dizer que seu representante zero açúcar tem o mesmo sabor que o original. Sendo melhor ou pior no sabor, qualquer um de nós, estando isento de manipulação pela mídia do produto, percebe que os sabores são bem diferentes. Além disso o gosto do aspartame é algo que só deveria ser encarado pelos diabéticos, se muito. Não seja cobaia de um produto suspeito de ser altamente maléfico, que inclusive existem estudos que dizem ser cancerígeno. Pesquise e facilmente vai verificar esta afirmação.
A demanda por uma vida de comidas fáceis e rápidas de se preparar, mudou radicalmente a dieta da população dos paises ricos ou em desenvolvimento. E tem-se visto que, quanto mais capitalista e “evoluído” é o país, maior é o problema da obesidade na população.
A vida urbana solicita produtos industrializados e que carregam em sua composição uma gama enorme de substâncias químicas, como os conservantes. Sem falar no advento dos fast food’s, que se multiplicam pelas ruas.
Em contrapartida ao medo da obesidade (ironicamente, alguns mais espertos até temem as diversas doenças que esses alimentos podem causar) surgem os alimentos zero açúcar ou mesmo os ligths.
A Coca Cola tem a cara-de-pau de dizer que seu representante zero açúcar tem o mesmo sabor que o original. Sendo melhor ou pior no sabor, qualquer um de nós, estando isento de manipulação pela mídia do produto, percebe que os sabores são bem diferentes. Além disso o gosto do aspartame é algo que só deveria ser encarado pelos diabéticos, se muito. Não seja cobaia de um produto suspeito de ser altamente maléfico, que inclusive existem estudos que dizem ser cancerígeno. Pesquise e facilmente vai verificar esta afirmação.
ILUMINE SUA ESCURIDÃO: Não confie num produto duvidoso!
Posto isso, me vejo num mundo onde o objetivo deveria ser o de remodelar os hábitos alimentares, mas que acaba sendo o de manipular a população à “combater” um mal criado por ela mesma.
Abraço
Wendell Fabricio
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Seleção natural no mercado
Muito se tem dito sobre uma tal crise econômica mundial. Palavras como cotação, investidores, empresas, recessão... são corriqueiramente usadas.
Contudo algumas notícias já trazem consigo informações de como esta crise afeta a vida da população. E cabe alertar que no caso de falta de dinheiro no mercado quem realmente perde é a população mais carente. Empresários vão perder algumas de suas empresas sim, mas e daí? A preocupação é com quem já hoje, tem dificuldade de comprar seu próprio alimento, mesmo que muitos desses trabalhem nessas empresas que se acabarão.
Trago comigo algumas reflexões: Com a falta de dinheiro em circulação, surge uma seleção “natural” no mercado, onde os mais “espertos” e preparados vão conseguir manter sua qualidade de vida. Mas justamente a população mais humilde é a mais privada de informações sobre planejamento familiar financeiro, por exemplo.
As tais notícias jornalísticas são boas quando alertam a população, mas aumentam a desigualdade social devido a uma desigualdade cultural latente. É como se houvesse uma tragédia natural anunciada (impacto de um meteoro, por exemplo) onde veríamos cada um tentando cuidar de si e quem teria mais condições de se proteger o faria.
No caso da crise financeira, é como se a quantidade de dinheiro não fosse suficiente para todos. Triste? Nada diferente da “Seleção Natural” proposta por Darwin não é mesmo? Seleção natural de humanos. Porém, como ser racional fica difícil saber que estamos à mercê desta lei. De fato, retorno à questão de nos reeducarmos na questão do consumismo. Isso faria, a grosso modo, a crise afetar mais os empresários e menos os consumidores.
ILUMINE SUA ESCURIDÃO. Leiam a parte de economia do jornal de vez em quando, mas não seja egoísta.
Abraço
WFabricio
Contudo algumas notícias já trazem consigo informações de como esta crise afeta a vida da população. E cabe alertar que no caso de falta de dinheiro no mercado quem realmente perde é a população mais carente. Empresários vão perder algumas de suas empresas sim, mas e daí? A preocupação é com quem já hoje, tem dificuldade de comprar seu próprio alimento, mesmo que muitos desses trabalhem nessas empresas que se acabarão.
Trago comigo algumas reflexões: Com a falta de dinheiro em circulação, surge uma seleção “natural” no mercado, onde os mais “espertos” e preparados vão conseguir manter sua qualidade de vida. Mas justamente a população mais humilde é a mais privada de informações sobre planejamento familiar financeiro, por exemplo.
As tais notícias jornalísticas são boas quando alertam a população, mas aumentam a desigualdade social devido a uma desigualdade cultural latente. É como se houvesse uma tragédia natural anunciada (impacto de um meteoro, por exemplo) onde veríamos cada um tentando cuidar de si e quem teria mais condições de se proteger o faria.
No caso da crise financeira, é como se a quantidade de dinheiro não fosse suficiente para todos. Triste? Nada diferente da “Seleção Natural” proposta por Darwin não é mesmo? Seleção natural de humanos. Porém, como ser racional fica difícil saber que estamos à mercê desta lei. De fato, retorno à questão de nos reeducarmos na questão do consumismo. Isso faria, a grosso modo, a crise afetar mais os empresários e menos os consumidores.
ILUMINE SUA ESCURIDÃO. Leiam a parte de economia do jornal de vez em quando, mas não seja egoísta.
Abraço
WFabricio
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Frutos para reflexões
Hoje almocei com um grande e antigo amigo. Sujeito dotado de um grande discernimento e de idéias joviais e inteligentes. Discutimos algo sobre comportamento humano, estrutura atual e futura da sociedade e coisas do tipo. Frutos para reflexões pós-contato.
Precisamos freqüentemente parar nossa rotina para refletir a gozar destas trocas de experiências com alguém que tenha algo de valor para lançar na mesa.
Eis um pensamento que me acompanhou para o resto do dia: É uma conclusão de uma gama de assuntos discutidos.
O homem possui uma natural tendência à insatisfação pessoal. Isso remete numa desenfreada busca de querer sempre mais do que tem. Se sentir sempre insatisfeito é mal voraz que precisa ser eliminado de nossas vidas. È diferente de buscar aprimoramento, desenvolvimento pessoal ou mesmo auto-estima. Estar satisfeito é estar solidário com você mesmo, respeitando os limites e erros próprios, sem precisar julgar o erro dos outros para “se sentir melhor”.
Trouxe algumas reflexões e costurei mais algumas interpretações após a conversa e ILUMINEI ESCURIDÕES!
Entendi um pouco melhor porque algumas pessoas não gostam de mim ou procuram não aproximar muito. Muitos outros estão ao meu redor mas sentem peso na minha presença. Meu papel mesmo é incomodar, trazer à tona verdades (ou não) inconvenientes, mas que vejo que fazem as pessoas crescerem. De fato, me sinto mais feliz por ser eu mesmo, por ser sincero e (porque não?) estar cometendo erros.
WFabricio
Precisamos freqüentemente parar nossa rotina para refletir a gozar destas trocas de experiências com alguém que tenha algo de valor para lançar na mesa.
Eis um pensamento que me acompanhou para o resto do dia: É uma conclusão de uma gama de assuntos discutidos.
O homem possui uma natural tendência à insatisfação pessoal. Isso remete numa desenfreada busca de querer sempre mais do que tem. Se sentir sempre insatisfeito é mal voraz que precisa ser eliminado de nossas vidas. È diferente de buscar aprimoramento, desenvolvimento pessoal ou mesmo auto-estima. Estar satisfeito é estar solidário com você mesmo, respeitando os limites e erros próprios, sem precisar julgar o erro dos outros para “se sentir melhor”.
Trouxe algumas reflexões e costurei mais algumas interpretações após a conversa e ILUMINEI ESCURIDÕES!
Entendi um pouco melhor porque algumas pessoas não gostam de mim ou procuram não aproximar muito. Muitos outros estão ao meu redor mas sentem peso na minha presença. Meu papel mesmo é incomodar, trazer à tona verdades (ou não) inconvenientes, mas que vejo que fazem as pessoas crescerem. De fato, me sinto mais feliz por ser eu mesmo, por ser sincero e (porque não?) estar cometendo erros.
WFabricio
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
O Voto Nulo
Porque as urnas eletrônicas não têm uma das opções: “Vá se ferrar”, “Vai pra PQP” ou “Ladrões”? Essas expressões eram constantemente usadas nas antigas cédulas de votação. Elas caracterizavam o chamado VOTO NULO.
Em tempos das lindas e modernas urnas eletrônicas é difícil votar nulo. Contrariamente a isso, elas facilitam o voto “em branco”. Não pretendo aqui fazer apologia ao voto nulo, mas acredito que, com o advento das urnas eletrônicas, o sistema político no Brasil perdeu bastante em alguns aspectos.
De fato, os votos anulados não têm poder de anular uma eleição, como dizem alguns seguimentos extremistas políticos ou anarquistas. O valor deles e dos votos “em branco” têm o mesmo significado no resultado eleitoral.
Existe um conhecimento geral de que os votos em branco significam algo como “qualquer um” e que os votos nulos significam “nenhum”, mas isso é controverso. E é claro que esta controvérsia é bem vinda ao sistema político-partidário brasileiro, que prefere não fazer alarde com o assunto. Assim, não existe intenção em se definir ao certo o que significam. Interessa mesmo é o cidadão escolher algum candidato, dando combustível a um eleitorado manipulável.
ILUMINE A ESCURIDÃO. É direito nosso poder declarar que não gostamos / queremos nenhum dos candidatos e dever do TSE facilitar a voz da população quanto a isso. Estabelecer o significado dos votos BRANCO e NULO seria o mínimo!
Agora, o dever nosso é votar consciente. Conhecer todos os candidatos e escolher, não por simpatia, bem-feitorias ou partidos e sim por competência, preparo e honestidade.
Bom domingo de eleição!
WFabrício
Em tempos das lindas e modernas urnas eletrônicas é difícil votar nulo. Contrariamente a isso, elas facilitam o voto “em branco”. Não pretendo aqui fazer apologia ao voto nulo, mas acredito que, com o advento das urnas eletrônicas, o sistema político no Brasil perdeu bastante em alguns aspectos.
De fato, os votos anulados não têm poder de anular uma eleição, como dizem alguns seguimentos extremistas políticos ou anarquistas. O valor deles e dos votos “em branco” têm o mesmo significado no resultado eleitoral.
Existe um conhecimento geral de que os votos em branco significam algo como “qualquer um” e que os votos nulos significam “nenhum”, mas isso é controverso. E é claro que esta controvérsia é bem vinda ao sistema político-partidário brasileiro, que prefere não fazer alarde com o assunto. Assim, não existe intenção em se definir ao certo o que significam. Interessa mesmo é o cidadão escolher algum candidato, dando combustível a um eleitorado manipulável.
ILUMINE A ESCURIDÃO. É direito nosso poder declarar que não gostamos / queremos nenhum dos candidatos e dever do TSE facilitar a voz da população quanto a isso. Estabelecer o significado dos votos BRANCO e NULO seria o mínimo!
Agora, o dever nosso é votar consciente. Conhecer todos os candidatos e escolher, não por simpatia, bem-feitorias ou partidos e sim por competência, preparo e honestidade.
Bom domingo de eleição!
WFabrício
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Expectativas de liberdade
Há cada dia que passa, um dia mais próximo do meu grande momento.
Preciso experimentar meu grande feito, concluir minha experiência da verdade. Dificil tem sido, porém. Desgarrar das teias da sociedade comum e sentir, por um instante sequer, o ar da completa e pura independência do ser humano.
O vento está movendo
O oceano se enchendo
Os vulcões estão engordando de magma
Eis que um dia eles se unirão
Acontecerá como um relâmpago
Que vem de repente
Iluminar totalmente
A completa escuridão
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Sonho de morada (Foto tirada em um lugar fantastico, nos confins inóspitutos da Serra do Espinhaço)
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Qual celular é o seu?
Qual celular é o seu? Vamos ver qual é o melhor, o meu ou o seu? Refleti um pouco e cheguei em alguns números que acho serem plausíveis, salvo ocasiões especiais.
Se o valor do seu aparelho é maior do que o valor que voce gasta (em dinheiro) na conta ou cartão durante 4 meses, possivelmente voce tem um aparelho que não está à altura de o que voce precisa. Desculpe, mas se voce tem um aparelho celular de uns 800 reais, digamos, mas é do tipo que só recebe ligação, acho que tem algo errado com voce.
Se voce paga o aparelho em prestação então.... ai sim, não dá pra entender. Porque não gastar o dinheiro usando o aparelho para a sua real finalidade? Falando!
Há poucos dias eu falei com uma pessoa que havia comprado um liquidificador de R$200,00. Tudo bem, ele faz um monte de coisa diferente. Vê-se logo que ele é moderno. Sem nem mesmo eu comentar, durante a conversa, a referida pessoa disse o valor e atentou:
_ Comprei o melhor da loja mesmo, cansei daquela coisinha velha que comprei da ultima vez (em se tratando do ultimo liquidificador)".
_ E voce sabe mexer em tudo o que ele faz? retruquei
_ Não! Obtive como resposta
Por ser um produto de uma famosa marca, que os outros dizem que é bom, que é de ultima geração, que tem recursos infinitos (que voce nem vai usar) e etc, acabamos comprando um produto que é inútil para nós.
Gostamos de comprar! Eu gosto. Mas muitas vezes, estamos aceitando uma necessidade inexistente de adquirir alguma coisa. Estamos sendo controlados.
Poderia dizer, como ambientalista, que isso alimenta o desenvolvimento tecnológico, que por consequência acarreta numa demanda de matéria prima que está cada vez menos disponível. Ai depois é só falar mal das mineradoras. Fácil!
Mas prefiro trabalhar diretamente na mente. Na filosofia do comportamento do homem moderno, que por sua vez está altamente submisso à imagem. Claro que o homem sempre esteve na busca por status associado à bens materiais adquiridos. Contudo, a atual conjectura da industria hoje está se estruturando de tal forma, que as pessoas estão ficando cegas, buscando uma imagem que a própria define como ideal.
Tenho um primo, de 10 anos, que estava caçoando do meu aparelho celular, dizendo que ele é muito antigo e pesado. Ele estava com um celular novo, tinha acabado de comprar e já era o seu terceiro aparelho. Tire as conclusões.
E isso tudo é muito recente. A salvação então poderia ser ILUMINAR A ESCURIDÃO dos pequeninos, no mínimo, sendo exemplos pessoais. Está ai a base da minha saída.
Abraço
Wendell Fabrício
Se o valor do seu aparelho é maior do que o valor que voce gasta (em dinheiro) na conta ou cartão durante 4 meses, possivelmente voce tem um aparelho que não está à altura de o que voce precisa. Desculpe, mas se voce tem um aparelho celular de uns 800 reais, digamos, mas é do tipo que só recebe ligação, acho que tem algo errado com voce.
Se voce paga o aparelho em prestação então.... ai sim, não dá pra entender. Porque não gastar o dinheiro usando o aparelho para a sua real finalidade? Falando!
Há poucos dias eu falei com uma pessoa que havia comprado um liquidificador de R$200,00. Tudo bem, ele faz um monte de coisa diferente. Vê-se logo que ele é moderno. Sem nem mesmo eu comentar, durante a conversa, a referida pessoa disse o valor e atentou:
_ Comprei o melhor da loja mesmo, cansei daquela coisinha velha que comprei da ultima vez (em se tratando do ultimo liquidificador)".
_ E voce sabe mexer em tudo o que ele faz? retruquei
_ Não! Obtive como resposta
Por ser um produto de uma famosa marca, que os outros dizem que é bom, que é de ultima geração, que tem recursos infinitos (que voce nem vai usar) e etc, acabamos comprando um produto que é inútil para nós.
Gostamos de comprar! Eu gosto. Mas muitas vezes, estamos aceitando uma necessidade inexistente de adquirir alguma coisa. Estamos sendo controlados.
Poderia dizer, como ambientalista, que isso alimenta o desenvolvimento tecnológico, que por consequência acarreta numa demanda de matéria prima que está cada vez menos disponível. Ai depois é só falar mal das mineradoras. Fácil!
Mas prefiro trabalhar diretamente na mente. Na filosofia do comportamento do homem moderno, que por sua vez está altamente submisso à imagem. Claro que o homem sempre esteve na busca por status associado à bens materiais adquiridos. Contudo, a atual conjectura da industria hoje está se estruturando de tal forma, que as pessoas estão ficando cegas, buscando uma imagem que a própria define como ideal.
Tenho um primo, de 10 anos, que estava caçoando do meu aparelho celular, dizendo que ele é muito antigo e pesado. Ele estava com um celular novo, tinha acabado de comprar e já era o seu terceiro aparelho. Tire as conclusões.
E isso tudo é muito recente. A salvação então poderia ser ILUMINAR A ESCURIDÃO dos pequeninos, no mínimo, sendo exemplos pessoais. Está ai a base da minha saída.
Abraço
Wendell Fabrício
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Não seja controlado
Quero seguir uma linha de alguns pensamentos sobre o medo que temos de pensar e, vai por mim, quando você não pensa sobre algo, certamente está sendo controlado por alguém que pensa por você.
Temos tido medo de questionar as coisas, buscando um comodismo que nos transforma em objeto. Isso porque vivemos numa sociedade cada vez mais pacata, que anda aceitando a pressão de acompanhar um tal desenvolvimento tecnológico.
É paradoxal pensar que queremos o conforto de nossos pensamentos “macios”, mas aceitamos pensar no que a sociedade nos impõe. Permita-me explicar melhor:
Ultimamente as pessoas estão se distanciando cada vez mais do pensamento questionador porque estão muito ocupadas em “progredir” para atender ao alto padrão tecnológico que se impõe dia após dia.
O crescimento exponencial da tecnologia (que nós mesmos assumimos esta demanda) esta surrupiando todo o espaço de nossas mentes. E isso tem proporções catastróficas posto que nos transformamos num bando de bonecos controlados por um fantasma que nos obriga à usufruir de toda a tecnologia disponível. E ainda fazemos pior, porque não nos contentamos e queremos sempre mais tecnologia, que alimenta nosso comodismo e nossas vaidades.
Não vou me alongar aqui. No próximo texto desta série, vou apresentar algumas idéias para combatermos o aumento da tecnologia e sermos um pouco menos “número” para o capitalismo consumista e um pouco mais “pessoas individuais que podem viver felizes somente, sem serem controladas por outrem”.
No entanto gostaria de passar uma tarefa: Passe esta semana ILUMINANDO A ESCURIDÃO e refletindo sobre o valor da tecnologia (computadores, celulares...).
Um forte abraço e até semana que vem!
Wendell Fabrício
Temos tido medo de questionar as coisas, buscando um comodismo que nos transforma em objeto. Isso porque vivemos numa sociedade cada vez mais pacata, que anda aceitando a pressão de acompanhar um tal desenvolvimento tecnológico.
É paradoxal pensar que queremos o conforto de nossos pensamentos “macios”, mas aceitamos pensar no que a sociedade nos impõe. Permita-me explicar melhor:
Ultimamente as pessoas estão se distanciando cada vez mais do pensamento questionador porque estão muito ocupadas em “progredir” para atender ao alto padrão tecnológico que se impõe dia após dia.
O crescimento exponencial da tecnologia (que nós mesmos assumimos esta demanda) esta surrupiando todo o espaço de nossas mentes. E isso tem proporções catastróficas posto que nos transformamos num bando de bonecos controlados por um fantasma que nos obriga à usufruir de toda a tecnologia disponível. E ainda fazemos pior, porque não nos contentamos e queremos sempre mais tecnologia, que alimenta nosso comodismo e nossas vaidades.
Não vou me alongar aqui. No próximo texto desta série, vou apresentar algumas idéias para combatermos o aumento da tecnologia e sermos um pouco menos “número” para o capitalismo consumista e um pouco mais “pessoas individuais que podem viver felizes somente, sem serem controladas por outrem”.
No entanto gostaria de passar uma tarefa: Passe esta semana ILUMINANDO A ESCURIDÃO e refletindo sobre o valor da tecnologia (computadores, celulares...).
Um forte abraço e até semana que vem!
Wendell Fabrício
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